Zuckerberg admite que o Facebook não estava preparado para a desinformação

Fonte: estudosnacionais

O fundador da plataforma digital Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a empresa estava “atrasada” na luta contra as interferências ocorridas durante as eleições presidenciais norte-americanas de 2016. Porém, garantiu “proteção integral” nas próximas eleições.

Segundo o Obervador, tanto a rede social Twitter como a plataforma digital Facebook foram fortemente criticadas por não terem impedido as grandes campanhas de desinformação ocorridas em 2016 e que comprometeram a campanha eleitoral nos Estados Unidos.

Em entrevista à estação pública britânica BBC, Zuckerberg identificou que “os países vão continuar a tentar interferir” e que a população vai “continuar a assistir a problemas deste tipo”. Destarte, afirma com confiança que podem “proteger a integridade das próximas eleições”.

Mark Zuckerberg referiu ainda os “eixos” estabelecidos pelo Facebook no atual contexto da pandemia de covid-19, nomeadamente a remoção de “notícias falsas”, meios capazes de estabelecer contatos digitais entre as pessoas e ajuda às pequenas empresas.

Nas próximas eleições, a 3 de novembro, nos Estados Unidos, o candidato democrata Joe Biden vai enfrentar a recandidatura do republicano Donald Trump.